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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Pulseiras do sexo


Extraído de: Assembléia Legislativa do Estado do Espirito Santo  


Pulseirinhas coloridas de silicone estão sendo usadas por adolescentes como parte de um jogo que pode acabar em um simples beijo ou até em sexo. E, sem atinar para o significado do adereço, os pais compram as pulseiras para os filhos.
O alerta é da deputada Luzia Toledo (PMDB), que se mostrou preocupada com a disseminação das pulseirinhas. O adereço é barato: em média R$ 1,00 um conjunto de 12 pulseiras. No jogo, cada cor tem um significado: um abraço, um beijo e até sexo.
Pelas regras do jogo, o jovem que arrebenta a pulseira de determinada cor no pulso de uma menina, por exemplo, tem direito a reclamar o que ela significa. Se quebrar a correspondente a um beijo, a menina que teve a pulseira quebrada deve dar o beijo.
A deputada Luzia Toledo recomenda aos pais que fiquem atentos. "Essas pulseiras só aumentam a permissividade", disse. Membro efetivo da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa (Ales), a deputada pensa em propor uma audiência pública para um debate amplo sobre o tema.




Reino Unido

As pulseiras do sexo


À primeira vista, uma colorida pulseira de plástico nos pulsos de crianças parece inocente. Mas na realidade são um código para as suas experiências sexuais, onde cada cor significa um grau de intimidade, desde um abraço até ao sexo propriamente dito.
Poderia confundir-se com mais uma daquelas modas que pega, uma vez que é usado por milhares em várias escolas primárias e preparatórias no Reino Unido e custa apenas uns cêntimos em qualquer banca ao virar da esquina. E antes fosse.
Mas as diferentes cores das ditas pulseiras de plástico – preto, azul, vermelho, cor-de-rosa, roxo, laranja, amarelo, verde e dourado – mostra até que ponto os pupilos estão dispostos a ir, se se proporcionar, desde dar um beijo até fazer sexo.
Andam uns atrás dos outros nos recreios das escolas, na tentativa de rebentar uma das pulseiras. Quem a usava terá de “oferecer” o acto físico a que corresponde a cor. É o “último grito” do comportamento promíscuo que sugere, cada vez mais, que a inocência da infância pertence a um passado longínquo.
Quase tão chocante como as “festas arco-íris” – encontros com muito álcool e droga à mistura, em que as raparigas usam batons de cores diferentes para deixar a “marca” nos rapazes após o sexo oral -, as «pulseiras do sexo», que custam apenas um euro (um pacote com várias), têm um custo maior que foge ao alcance de muitos pais.
«A amarela é a melhor porque significa que só se tem de abraçar um rapaz. A laranja significa uma “dentadinha de amor” e a roxa já dá direito a um beijo com língua», explica uma menina de 12 anos ao jornal The Sun. Todavia, à medida que a paleta de cores avança, o nível de intimidade também é maior: «se um rapaz rebentar uma pulseira cor-de-rosa, a rapariga tem de lhe mostrar o peito, se for vermelha tem de lhe fazer uma lap dance e azul é sexo oral», continua. As verdes são as dos «chupões no pescoço».
As pulseiras mais ambicionadas são a preta e a dourada, significando a primeira «ir até ao fim com um rapaz» e a segunda todos os actos descritos anteriormente, do mais inocente ao mais impróprio para a idade. «A douradas são muito raras, por isso se encontrares uma na loja, tens de obrigar a tua mãe a ir comprá-la!», explica.

Símbolo de respeito
Como quase em tudo nestas idades, existe um estigma por detrás das pulseiras: quem não as usar é ostracizado e quem usar as cores preto e dourado é mais respeitado. «No meu grupo da escola, a líder – que serve de exemplo para todos – só usa pulseiras pretas e douradas. Todos os rapazes da minha turma usam pretas e se uma rapariga também usa, eles gostam todos dela», conta a criança de 12 anos.
Shannel Johnson, de 32 anos, descobriu através da filha, de oito, o significado das pulseiras e admitiu ao The Sun que nunca suspeitaria do código subjacente. Quando a filha Harleigh lhe disse que se alguma rebentasse, tinha de fazer um «bebé com um rapaz», Shannel teve uma conversa com a filha, chamando-a à realidade.
Esta mãe, preocupada, começou a pesquisar na Internet e descobriu sites onde se vendiam as pulseiras, grupos no Facebook e fóruns de menores a discutir quem usava que cores. Enquanto alguns pais já confiscaram as pulseiras, muitos continuam na ignorância do significado destes acessórios aparentemente da moda.

1º Tessalonicenses 5: 22: 
 "Abstende-vos de toda a aparência do mal."


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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

EUA: Demitido por informar que homossexualismo é errado



"Foi porque expressei minha convicção de que o homossexualismo é errado. Esse é o motivo por que fui despedido", Peter Vidala
(Por James Tillman) – BOSTON, MA, EUA — Um subgerente de uma loja Brookstone no Aeroporto de Logan, em Boston, diz que foi demitido de seu emprego por dizer a uma gerente que estava visitando que ele cria que o casamento lésbico dela era errado. Brookstone, porém, justificou suas ações se referindo à legalização do “casamento” de mesmo sexo em Massachusetts.
“Foi porque expressei minha convicção de que o homossexualismo é errado. Esse é o motivo por que fui despedido”, Peter Vidala disse para MassResistance.org.
O incidente que levou à demissão de Vidala começou quando uma gerente que estava visitando disse para Vidala que ela estava se casando. Vidala a congratulou e perguntou onde ele (o marido dela) a levaria para a lua de mel. A outra gerente o corrigiu, dizendo “onde ela me levará”.
“Eu não disse nada. Rapidamente mudei de assunto, e prossegui com meu trabalho” disse Vidala. Mas a gerente continuou a mencionar repetidamente sua “noiva” durante o dia inteiro.
“Não me senti à vontade, pois vejo esse tipo de conduta como imoral, pessoalmente”, disse Vidala. E assim quando a gerente mencionou o “casamento” dela pelo que Vidala diz foi “pelo menos pela quarta vez”, Vidala se sentiu compelido a falar.
“Com relação à homossexualidade, creio que é uma coisa ruim”, Vidala diz que declarou para a gerente. Ele diz que ia continuar explicando que preferiria que ela não tocasse no assunto no ambiente de trabalho, mas ela começou a rir.
“Supere isso. Colega de trabalho, guarde suas opiniões para si mesmo”, disse ela. Poucas horas depois Vidala foi suspenso; dois dias depois Vidala recebeu uma carta de demissão, que o acusava de “importunação” e de “impor” suas convicções nos outros.
No entanto, Vidala percebe a situação de forma diferente. Ele disse para o noticiário da Fox News que sentiu que a gerente conseguia ver as opiniões dele e que ela estava “intencionalmente incitando-o” a fazer comentários sobre o relacionamento dela.
“Ela sabia como me sinto sobre a homossexualidade”, disse Vidala. “Quando você fala com alguém sobre algo assim, você quer seu apoio. Ela estava como que olhando para os meus olhos em busca dessa dica social para eu dizer ‘estou feliz por você’. Mas eu realmente não poderia me sentir feliz por ela”.
Contudo, talvez o que seja mais perturbador é que Vidala diz que a carta de Brookstone “citou o fato de que o tão chamado casamento homossexual é legal em Massachusetts. E é por isso que o que essa gerente, que estava acima de mim, conversou comigo sobre sua noiva não foi considerado importunação para Brookstone”.
“Se o casamento homossexual for legalizado em seu estado”, avisou Vidala, “você poderá se demitido de seu emprego também, só por expressar sua convicção de que você discorda desse estilo de vida”.
Defensores do “casamento” homossexual têm há muito tempo negado que tal legalização prejudicaria aqueles que crêem que a conduta homossexual é errada. O caso de Vidal, porém, é mais um numa crescente lista de exemplos que parecem indicar o oposto.
Por exemplo, a conduta homossexual é ensinada como normal nas escolas de Massachussets. Os pais Robb e Robin Wirthlin perderam um processo contra a escola depois que seu filho que estava na segunda série foi ensinado acerca da conduta homossexual sem a permissão deles.
Até mesmo estados tais como o Novo México, onde o “casamento” de mesmo sexo não é legal, uma empresa fotográfica de casamentos perdeu um processo por se recusar a fotografar uma cerimônia de compromisso homossexual. De forma semelhante, uma associação metodista em Nova Jérsei perdeu sua condição de isenção de imposto de renda para parte de sua propriedade por recusar permitir que um “casal” homossexual usasse o salão ao lado da igreja para realizar uma cerimônia de união civil.
Vidala ficou também incomodado com um vídeo que Brookstone mostra a todos os funcionários novos para ajudar a ilustrar as políticas para o quadro de empregados. De acordo com Vidala, nele um homem que se descreve como gay diz que ficou ofendido ao escutar por acaso outro homem dizer: “Puxa, você sabe. Eu não me sentiria bem se um homossexual desse em cima de mim”.
Vidala continuou: “Você poderia passar pela experiência de um tão chamado homossexual dar em cima de você [se você trabalha para Brookstone], e você não poderia dizer nada, pois ao expressar sua convicção de que o que ele está fazendo é errado, você o está importunando”.
Traduzido por Julio Severo
Fonte: Noticiasprofamilia / Julio Severo

COMENTARIO BÍBLICO: Fica claro que a lei está sendo manipulada intencionalmente pelos integrantes dessas classes, com o objetivo de "intimidar" seus oponentes. Os tribunais deveriam"enxergar" isso, para que leis não venham a ser instrumento de perseguição. Os Tribunais estão criando instrumentos dos quais brevemente se arrependerão... Homossexualismo desagrada a Deus, mas nem todos crêem nisso. Porém, fica clara a justiça divina, quando afirma que tais tipos de pessoas não viverão muito sobre a face da terra e também não herdarão a salvação e a vida eterna. O homossexualismo integra a classe dos "abomináveis" e "fornicadores" descritos no Livro de Apocalipse e que não entram no céu:
Apocalipse 21:8 Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.

A primeira morte atinge o corpo físico (da qual todos participamos), mas  a  segunda morte atinge o espírito. Da segunda morte estão livres apenas os que se converteram "dos seus erros e pecados" diante de Deus e mudaram de vida, aceitando a Cristo como Salvador e entrando pela "porta estreita", que conduz à vida eterna. É uma nova vida, limpa e santa, e nem para todos serve. Vale lembrar que Deus não condena o homossexual, mas sim a prática do homossexualismo e espera que alguém os informe sobre isso, para que se arrependam e se convertam. Mas nem todos ouvem a voz de Deus:

Mateus 13:15 Porque o coração deste povo está endurecido, E ouviram de mau grado com seus ouvidos, E fecharam seus olhos; Para que não vejam com os olhos, E ouçam com os ouvidos, E compreendam com o coração, E se convertam, E eu os cure.

LEIA TAMBÉM essa matéria sobre a decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, que coloca os pingos nos "is" sobre esse assunto, agindo com total imparcialidade, bom senso e profissionalismo: http://noticiario-evangelico.blogspot.com/2009/06/tj-do-rio-reconhece-direito-de.html
" é legítimo aos cidadãos heterossexuais, o direito de expressarem o seu pensamento a luz dos valores morais, éticos e religiosos, no que diz respeito a entender ser a homossexualidade um desvio de conduta, uma doença, algo que cause mal à sociedade humana, devendo tal comportamento ser reprimido e não apoiado pela sociedade.
Tal conduta não pode ser entendida como crime ou ato discriminatório, pois é legítimo o direito de expressão de ambos os lados no sistema jurídico vigente.
O acórdão faz uma abordagem do legítimo direito das pessoas, com base nas garantias constitucionais (art. 5º) de liberdade religiosa de crença, consciência e culto, e liberdade de expressão de emitir suas opiniões, de forma pacífica, sem sofrer QUALQUER TIPO DE RESTRIÇÃO por parte do Estado ou grupo de minorias.
O Acórdão do Tribunal do Rio de Janeiro de forma direta é totalmente contrário à instituição de uma mordaça gay, pois os cidadãos são livres no seu pensar e agir, com base em sua fé e valores."

A Oração da Propina: assista ao vídeo



Depois de ter o nome sujo devido a “oração da propina”, evangélicos querem o impeachment de Arruda


 

Menos de uma hora depois de o PSOL protocolar o terceiro pedido de impeachment contra o governador José Roberto Arruda (DEM) na Câmara Legislativa do Distrito Federal, a ordem dos ministros evangélicos também apresentou um novo pedido de cassação. Até o final do dia, Arruda pode ser alvo de outro processo de impeachment patrocinado pela bancada do PT junto com movimentos sociais.
Segundo o pastor Oséas Rodrigues, a ação foi motivada pelas gravações que mostram deputados distritais orando após receber suposta propina do esquema de corrupção que está sendo investigado no governo Arruda. O pastor disse que representa mais de 200 pastores que ficaram “indignados” com a oração. “É inadmissível tanto o roubo quanto a oração”, disse.
Fonte: Folha

COMENTÁRIO BÍBLICO: As imagens veiculadas pela Rede Globo mostraram para todo o país membros da bancada auto-intitulada "evangélica" orando e agradecendo a Jesus Cristo que "nos purifica de todo o bem". Realmente, se meditarmos nessas palavras, fiel é Jesus que purifica seus fiéis de todo o mal, desmasacarando cristãos(?) como esses. Estavam pedindo, na verdade, que fossem purificados de todo o bem...E realmente conseguiram isso se sujando de uma maneira espantosa... Isso nos faz lembrar dessa passagem de alerta bíblico:
Gálatas 6:7 "Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará."

São Paulo: casal Hernandez condenado em decisão da Justiça Federal

Fundadores da Renascer, Sônia e Estevam Hernandes
O juiz Fausto Martin De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, condenou o casal Sônia e Estevam Hernandes, fundadores da Igreja Renascer, a quatro anos de reclusão por crime de evasão de divisas. No entanto, o magistrado substituiu a prisão dos réus pela pena de prestação de serviços a entidades filantrópicas. Os dois podem recorrer em liberdade.
Proferida na terça-feira (1º), a sentença de De Sanctis foi divulgada na tarde desta quarta (2).
Em janeiro de 2007, Sonia e Hernandes tentaram entrar nos Estados Unidos com US$ 56 mil não declarados. De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal, o dinheiro estava escondido em malas, porta-CD e até uma Bíblia.
A assessoria de imprensa do casal informou, em nota enviada aos jornalistas, que a defesa vai recorrer da sentença. Segundo a assessoria, o advogado do casal, Luiz Flávio Borges D’ Urso, classificou a sentença como “absurda” e já prepara recurso contra a decisão.
Além da prestação de serviços, De Sanctis determinou que os réus paguem 164 dias-multa, tendo cada dia-multa o valor de cinco salários mínimos. Sônia e Estevam também estão proibidos de frequentar determinados lugares pelo tempo da pena aplicada (é a chamada interdição temporária de direitos), como: lojas de luxo, casas de jogos, lotéricas, cassinos e leilão de bens (exceção dos beneficentes).
Diz ainda a sentença do juiz que os dois não podem ir a “países a não ser onde existam templos religiosos próprios e mediante autorização judicial”. No início do processo, o casal havia sido denunciado também pelo crime de falsidade ideológica, mas o próprio Ministério Público Federal retirou essa acusação, mantendo a de evasão de divisas.
Na sentença, o juiz afirma ainda que se forem revogadas as chamadas medidas restritivas de direito (a prestação de serviço a entidades filantrópicas e a interdição temporária de direitos), o casal deve cumprir pena em regime semi-aberto.
Prisão no exterior
Por terem sido pegos no Aeroporto de Miami com os US$ 56 mil escondidos, Sônia e Hernandes tiveram de cumprir pena nos Estados Unidos antes de poder voltar ao Brasil, o que aconteceu no início do mês de agosto.
Após serem presos e julgados, eles foram condenados pelo juiz Federico Moreno do Tribunal Federal do Sul da Flórida a cumprir pena intercalada. No dia 20 de agosto de 2007, Estevam seguiu para a prisão, enquanto Sonia começava a cumprir prisão domiciliar.
No dia 29 de dezembro, ele foi liberado. Em 21 de janeiro de 2008, a bispa seguiu para o regime fechado. Ela foi libertada no dia 7 de junho do mesmo ano. A razão dessa sentença seria manter pelo menos um deles em casa para cuidar dos filhos.
Além da prisão, cada um pagou uma multa de US$ 30 mil à Justiça americana. Eles também tiveram que cumprir dois anos de liberdade vigiada contados a partir da data da divulgação da sentença do juiz americano, dia 17 de agosto. Por isso, só poderiam deixar o país com autorização judicial.
Fonte: G1

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Brasília: projetos de leis contra Igrejas Evangélicas





Estejamos alertas.
Menos pela revolta que isso nos causa e mais pelos sinais de que as escrituras estão se cumprindo!

Pastor José Carlos Carlini Alves
pr.carlini@yahoo.com.br 




A Bíblia diz que no fim dos tempos os filhos de Deus serão perseguidos e odiados. Veja aqui abaixo algumas leis brasileiras, que, SE APROVADAS, impedirão a nossa ação à favor do Evangelho no Brasil:

·   Será proibido fazer cultos ou evangelismo na rua (Reforma Constitucional)
·  Cultos somente com portas fechadas (Reforma Constitucional) 
·    As igrejas serão obrigadas a pagarem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
·   Programas evangélicos na televisão apenas uma hora por dia.
·   Pastor só poderá fazer programa de televisão, se tiver faculdade de 'jornalismo'.
·   Será considerado crime pregar sobre espiritismo, feitiçaria e idolatria, e também veicular mensagem no rádio, televisão, jornais e internet, sobre essas práticas contrárias à Palavra de Deus.
·  Pastores que pregarem sobre dízimos e ofertas, dependendo do número de reclamações, serão presos.
·  Pastores que forem presos por pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada (homossexualismo, idolatria e espiritismo), não terão direito a se defender por meio de ação judicial.
·  Igrejas que não realizarem casamento de homem com homem e mulher com mulher, estarão fazendo 'discriminação', poderão ser multadas e os pastores processados.
·  Querem que o dia do 'Orgulho Gay' seja oficializado em todas as cidades brasileiras. 

Reforma Constitucional – Mudanças no texto da Constituição que garantem a liberdade de culto. Se aprovadas, fica proibido culto fora das igrejas (evangelismo de rua), cultos religiosos só com portas fechadas.

  1. Projeto nº 4.720/03 – Altera a legislação do 'imposto de renda' das pessoas jurídicas.
  2. Projeto nº 3.331/04 – Altera o artigo 12 da Lei nº 9.250/95, que trata da legislação do imposto de renda das 'pessoas físicas'
    Se convertidos em Lei, os dois projetos obrigariam as igrejas a recolherem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
  3. Projeto nº 299/99 – Altera o código brasileiro de telecomunicações (Lei 4.117/62).
    Se aprovado, reduziria programas evangélicos no rádio e televisão a apenas uma hora.
  4. Projeto nº6.398/05 – Regulamenta a profissão de Jornalista
    Contém artigos que estabelecem que só poderá fazer programas de rádio e televisão, pessoas com formação em JORNALISMO, Significa que pastores sem a formação em jornalismo não poderão fazer programas através desses meios.
  5. Projeto nº 1.154/03 – Proíbe veiculação de programas em que o teor seja considerado preconceito religioso.
    Se aprovado, será considerado crime pregar sobre idolatria, feitiçaria e rituais satânicos. Será proibido que mensagens sobre essas práticas sejam veiculadas no rádio, televisão, jornais e internet. A verdade sobre esse atos contrários a Palavra de Deus, não poderá mais ser mostrada.
  6. Projeto nº 952/03 – Estabelece que é crime atos religiosos que possam ser considerados abusivos a boa-fé das pessoas.
    Convertido em Lei, pelo número de reclamações, pastores serão considerados 'criminosos' por pregarem sobre dízimos e ofertas.
  7. Projeto nº 4.270/04[/b] – Determina que comentários feitos contra ações praticadas por grupos religiosos possam ser passíveis de ação civil.
    Se convertido em Lei, as Igrejas Evangélicas ficariam proibidas de pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada, como espiritismo, feitiçaria, idolatria e outras. Se o fizerem, não terão direito a se defender por meio de ação judicial.
  8. Projeto de nº 216/04[/b] – Torna inelegível a função religiosa com a governamental.
    Significa que todo pastor ou líder religioso lançado a candidaturas para qualquer cargo político, não poderá de forma alguma exercer trabalhos na igreja.
Existem outros projetos em andamento que ferem princípios bíblicos, entre eles: 
·   Casamento de homens com homens e mulheres com mulheres. 
·   Estabelecer um dia oficial do 'Orgulho Gay' em todas as cidades brasileiras, entre outros. 


FONTE: Recebemos o conteúdo por email de redacaoregional@ig.com.br

Leis: regulamentar ou proibir programas evangélicos na TV ?


Televangelismo: Entenda porque querem acabar com os programas evangélicos na TV
Bandeirantes, Gazeta, Rede TV!, Record e Rede 21 ocupam parte da programação com cultos de igrejas e telecomércio. Lei, de 1962, não aborda venda da programação e não é clara sobre cota de publicidade; lucro das TVs com a prática é polêmico.
É só zapear o controle remoto e constatar: na TV aberta o que não falta é programa religioso e de venda de produtos.
Levantamento feito pela Ilustrada, da Folha de São Paulo, com base na programação de São Paulo de 8 a 14 de novembro, mostra que Rede TV!, Record, Gazeta e Band ocupam entre 23% e 30% da grade semanal com programas religiosos.
E a Rede 21, do grupo Bandeirantes, tem só 30 minutos diários de programação própria, o restante tomado pela Igreja Mundial do Poder de Deus.
Dentre os programas exibidos nessas emissoras estão os cultos como os da Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo (dono da Record), e os da Igreja Internacional da Graça de Deus, de R.R. Soares.
Além disso, Rede TV! e Band têm espaços alugados para programas de vendas, 10% e 6% do total da programação, respectivamente. Já a Gazeta ocupa 29% da semana com venda de produtos -isso sempre sem contar intervalos comerciais-, sendo que a própria emissora produz os programas.
Nesse telecomércio, tem de tudo. Liquidação de roupa, panelas fritando ovo ao vivo e lançamentos de condomínios etc. As TVs se aproveitam de um vácuo na legislação para alugar parte de seus horários a igrejas e a empresas de venda de produtos. A lei, de 1962, não trata do tema. Diz apenas que no máximo 25% da programação pode ser ocupada por “publicidade comercial”, sem deixar claro o que isso quer dizer.
As emissoras podem estar em situação irregular ou não, dependendo da interpretação.
A venda de espaço para igrejas entra na cota de 25%, visto que o canal tem um lucro? Os programas de vendas entram? Ou “publicidade comercial” são apenas os intervalos? Eis o nó.
O governo vai entrar na polêmica. A ideia é regulamentar a comercialização do tempo de programação, uma vez que canais abertos são concessões públicas, reforçar a fiscalização do limite de 25% de publicidade e deixar claro o que entra na cota.
A proposta, da Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência, será apresentada em dezembro na Conferência Nacional de Comunicação, convocada por Lula. O documento, obtido pela Folha, fala em “coibir a comercialização do tempo de programação”. “A concessão é dada a uma pessoa jurídica sob certas condições. Não tem sentido subcontratar”, diz Ottoni Fernandes, secretário-executivo da Secom. O texto fala também em “regular a prática de proselitismo religioso”. “Estamos propondo a discussão. Concessão pública implica, em tese, ser destinada a programas informativos, culturais”, afirma Fernandes.
Para o sociólogo e professor de comunicação da USP Laurindo Lalo Leal, “uma TV aberta arrendar horários para igrejas ou vender tapete e joia 24 horas por dia contraria a lei”.
“Esses programas de venda de produtos e os que as igrejas colocam no ar porque pagam ao canal deveriam ser computados nos 25% de espaço comercial permitidos pela lei hoje em vigor”, afirma Leal.
Além disso, ele acredita que “alugar o horário é sublocação de concessão pública”, diz Leal, que é ouvidor da TV Brasil.
O professor de direito da PUC Celso Antonio Bandeira de Mello não vê problemas: “Apesar de ser concessão pública, estamos no ramo de empresas privadas de TV, previsto pela Constituição. A liberdade de comunicação não pode ser cerceada”.
Com isso, opina, o aluguel de horários na TV a igrejas não pode ser considerado violação do princípio do Estado laico.
As TVs negam praticar irregularidades.
Redes dizem que precisam de verba
A Rede TV! e a Gazeta foram claras sobre por que alugam horários para igreja e programas de venda: é questão de sobrevivência.
“Temos a Globo com 43% de ibope, que fica com 80% da verba do mercado publicitário. Enquanto a distribuição dessa verba não for equilibrada, as outras têm que fazer isso para sobreviver, até para que não haja no país um só microfone”, diz Kalled Adib, superintendente de operações da Rede TV!.
“Os programas de venda dão audiência e faturamento. O telespectador está com o controle remoto na mão. Quem perde com isso? Precisamos de dinheiro para produzir nossa programação.”
Segundo ele, o plano é reduzir o espaço alugado por programação própria.
Superintendente comercial da Gazeta, Luiz Fernando Taranto Neves também afirma ter planos de reduzir o espaço de programas de venda: “Fazer TV é caro. A venda de produtos é um modo de ganhar dinheiro e ir melhorando a programação. Já trocamos, aos sábados, o “Best Shop” por futebol”.
Ele ressalta que a produção dos programas de venda é da própria Gazeta. “Temos um “call center” com 300 funcionários, vendemos e entregamos os produtos. Como são programas nossos, posso tirar do ar quando quiser. É diferente de alugar o horário, quando precisamos respeitar o contrato.”
A Band, dona também da Rede 21, enviou e-mail, por meio da assessoria: “Ciente de seu papel na sociedade, a Abra (Associação Brasileira de Radiodifusores) aceitou o convite do presidente da República para debater as comunicações brasileiras na Confecom [Conferência Nacional de Comunicação]. A Band, que integra a Abra com a Rede TV!, está disposta a discutir os temas mais importantes do setor, ao contrário da mídia impressa, que preferiu ausentar-se do debate”.
A Record também se pronunciou por e-mail, via assessoria de comunicação: “A Record cumpre todas as determinações da legislação em vigor”.
Fonte: Folha de São Paulo

Record grava nova minissérie "A História de Esther"


A História de Esther tem investimento de R$4,5 milhões da Record
A Record está destinando um grande capital para inaugurar mais um segmento de produtos de sua teledramaturgia. A emissora, que já produz novelas em dois horários e lançou o seriado “A Lei e o Crime” no primeiro semestre deste ano, está entrando no ramo das minisséries com “A História de Esther”.
Para viabilizar a produção da trama, a emissora de Edir Macedo está destinando R$ 450 mil por capítulo. O custo é quase duas vezes maior se comparado ao valor do capítulo de uma novela, como “Poder Paralelo” e “Bela, a Feia”, que tem orçamentos de aproximadamente R$ 200 mil e R$ 300 mil respectivamente. Serão produzidos dez capítulos, totalizando um investimento de R$ 4,5 milhões.
Em “A História de Esther” estarão Gabriela Durlo, Marcos Pitombo, Juan Alba, Ewerton de Castro, Paulo Gorgulho, Vanessa Gerbelli e outros.
Segundo o jornalista Daniel Castro, a Record promete continuar investindo em minisséries após o fim de “A História de Esther”. Uma nova produção deverá ser definida pelo diretor de dramaturgia Hiran Silveira em breve, com estreia prevista para até o final de 2010.
Fonte: Na Telinha

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