Em entrevista à Folha de S. Paulo nesta terça-feira (3), o novo presidente da Câmara dos Deputados afirmou que “temas polêmicos” como o casamento gay e aborto terão de seguir os ritos da casa para que possam ser analisados.
“Se quiser pautar um projeto, tem a ordem das pautas. Os projetos de lei têm que ter urgência para ser votada, assinada pela maioria dos líderes e 257 deputados a favor da urgência em plenário. Só aí você pode discutir a pauta e não existe nada na pauta nessa situação. Uma coisa é princípio. Princípio é óbvio que sou contra, tenho minha posição, mas aqui eu tenho que cumprir a pauta”, disse ao jornal.
Sobre a criminalização da homofobia, defendida pela presidente Dilma Rousseff e por movimentos de direitos humanos, Cunha afirmou que “a homofobia já é criminalizada. Não havia contestação (ao projeto), era preservar o direito de culto. Aquele projeto de lei impedia os cultos”.
